5 clássicos do licensing voltam aos cinemas em 2015

Em 2015 teremos estreias de 5 filmes que são continuações ou novas versões de clássicos, todos com vários produtos licenciados. Confira os trailers e os exemplos no licenciamento.


Star Wars: Episódio VII – O Despertar da Força

A obra marca o retorno de uma das séries mais populares às telonas e o primeiro filme após a compra da Lucasfilm pela Disney. Vai ser interessante rever boa parte do elenco original reinterpretando papéis depois de tantos anos. Que o hype valha a pena.

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O Exterminador do futuro: Gênesis

O retorno de Arnold Schwarzenegger a um dos papéis mais marcantes de sua carreira não pode ser desprezado. Graças à computação gráfica, o ator conseguiu ficar “mais jovem” para reprisar o papel de T-800. Vale a pena ficar de olho se você curte a série.

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Mad Max: Estrada da Fúria

Definitivamente 2015 é o ano do retorno de franquias adormecidas há anos, como é o caso do novo Mad Max, o primeiro desde os anos 1980. O filme retorna ao mundo pós-apocalíptico já característico da série, mas desta vez com um ator diferente interpretando o protagonista Max Rockatansky; em vez de Mel Gibson, o papel fica com Tom Hardy.

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Os Vingadores 2: A Era de Ultron

Se o último filme dos Vingadores bateu todos os recordes de bilheteria, não temos motivos para acreditar que o novo será diferente. A obra traz o vilão Ultron para combater os heróis. Felizmente, a Marvel conseguiu manter o elenco original.

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Jurassic World

Mais um caso de sequência tardia de séries clássicas. O filme se passa 22 anos após os acontecimentos de Jurassic Park e promete um novo parque temático com dinossauros com um novo animal geneticamente modificado que logo domina a ilha.

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Fonte: Olhar Digital

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Saiba por que o mercado infantil é um dos que mais crescem no Brasil

Negócios infantis estão entre os que mais crescem no Brasil atualmente. O sucesso desses produtos midiáticos, que se consolidaram como marcas, tem a ver com um novo mercado infantil, no qual as crianças são também consumidoras, ainda que não efetuem de fato as compras.

Foi-se o tempo em que pais escolhiam o que os filhos comprariam, vestiriam, ganhariam de presente. No cenário atual, Dia das Crianças, Natal e aniversário, são oportunidades para a criança pedir o que quer, aquilo que viu na televisão ou aquele brinquedo que o coleguinha tem. O crescimento de 14% ao ano desse mercado está relacionado ao aumento da renda média do brasileiro nos últimos anos.

O que de fato transformou esse tipo de consumo, porém, foi a mudança na configuração das famílias brasileiras. Além de maternidade e paternidade “tardias”, uma queda no índice de natalidade no Brasil, cuja consequência é a diminuição da participação da criança no mercado. O menor número de crianças por família faz com que a renda disponível para gastar com cada uma seja maior, de forma que o mercado para produtos que não são necessidades básicas aumenta.

A diminuição quantitativa de crianças no mercado, portanto, não significa o enxugamento dele, mas sim sua especialização. Mercados de luxo como o de joias para crianças ou produtos artesanais personalizados são a bola da vez e só tendem a crescer. Esses negócios de luxo apelam para o consumismo dos pais, mas a cultura do consumo é uma realidade da nossa época, e crianças que nasceram nesse contexto muitas vezes reproduzem esse tipo de comportamento. Elas aprendem no próprio núcleo familiar a valorizar bens supérfluos, ainda que de forma inconsciente.

O que mais fomenta esses negócios ainda são os produtos que apelam para a própria criança. Brinquedos, DVD’s e outros itens temáticos de desenhos e atrações infantis são a fonte de grande parte dos bilhões de reais movimentados nesse setor do varejo. Brinquedos eletrônicos e gadgets específicos para crianças também são fortes nas vendas.

Os produtos licenciados estão ligados a uma identificação emocional da criança com o desenho, como acontece com a Peppa Pig. As crianças, ao se identificarem com determinado desenho ou personagem, irão querer comprar produtos que carreguem essas marcas ou personagens. O sucesso desses programas está ligado a elementos especialmente desenvolvidos para conquistar a atenção das crianças, como cores, histórias, e outros aspectos narrativos e estéticos. O segredo está no momento de cativar as crianças naquilo que é interessante para elas, como, por exemplo, as vozes utilizadas e a forma de vestir os personagens.

Assim, conforme o produto midiático estabelece uma sensação de divertimento na criança, os produtos relacionados a ele se tornam também sinônimos de diversão. Através da construção de sólidos públicos infantis e parentais, as empresas buscam licenças para reproduzir os personagens e marcas em forma de brinquedos, roupas, peças teatrais, preenchendo todos os espaços ligados ao desenho no mercado infantil. A criança passa a querer a blusa, o jogo, o copo, o DVD, o boneco e tudo o mais que lhe remeta ao seu personagem preferido.

Veja a matéria completa.

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O fim da TV infantil?

Os programas para crianças na TV aberta podem desaparecer no Brasil em função das restrições das regulamentações atuais e projetos de lei que podem ser aprovados. Enquanto isso, as atrações disponíveis na internet e canais no YouTube são cada vez mais acessadas.

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A programação engessada da TV perde na briga com a internet, que dá autonomia às crianças para verem seus programas prediletos no tablet quando bem entendem e está cheia de aplicativos e jogos virtuais interativos.

Uma pesquisa europeia revelou que o número de crianças britânicas com televisores em seus quartos caiu 20% nos últimos cinco anos. O motivo é que 62% delas utilizam tablets.

Esse é um fenômeno mundial e o Brasil, segundo dados do YouTube, só perde para a Inglaterra em crescimento de audiência infantil na plataforma. O aumento nacional foi de 378%, apenas três pontos atrás do verificado no país europeu.

Veja a matéria completa aqui.

 

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Google lançará versões infantis de alguns serviços

Com o Google processando 40.000 consultas de pesquisa por segundo – ou 1,2 trilhão por ano – é certo que muitos dos que fazem as pesquisas são crianças.

Não surpreende, então, que no próximo ano a gigante da tecnologia comece a criar versões específicas de seus serviços mais populares direcionadas a pessoas de 12 anos ou menos. Os serviços mais prováveis são a busca, o YouTube e o Chrome.

“O grande motivador dentro da empresa é que aqui todos estão tendo filhos. Por isso, há um esforço para mudar os nossos serviços para que sejam divertidos e seguros para as crianças”, diz Pavni Diwanji, o vice-presidente de engenharia encarregado de liderar a nova iniciativa, disse nos EUA.

“Sabemos que vai gerar controvérsia, mas é fato que as crianças já têm a tecnologia nas escolas e em casa”, diz a mãe de duas filhas com idades entre 8 e 13 anos. “Assim, a melhor abordagem é simplesmente fazer com que o tecnologia seja utilizada da melhor forma.”

O Google não vai divulgar um cronograma para este projeto. Mas os executivos observaram que este será um esforço que vem na esteira de outros recentes projetos da empresa direcionados às crianças.

“Queremos refletir sobre o que fazemos, dando aos pais as ferramentas certas para que possam acompanhar o uso dos nossos serviços por seus filhos”, diz Diwanji. “Queremos que as crianças estejam seguras. Mas, em última análise, trata-se de ajudá-las a serem mais do que apenas consumidoras de tecnologia, mas criadoras também.”

“Queremos estabelecer as fundações da melhor forma e, em seguida, nos certificar que cada parte do Google é ótima para as crianças. Elas são o futuro. Então, por que não dar a elas as ferramentas para construí-lo?”

Fonte: USA Today – 03/12/2014

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FiLIP, o smartwatch infantil

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Neste Natal as crianças já podem pedir um smartwatch. A Filip Technologies lançou o produto nos Estados Unidos. Lá, está custando 100 dólares.

Mas, segundo alguns críticos, o relógio é muito grande para o pulso das crianças, apesar de ter um belo design. Em caso de emergência, a criança pode manter pressionado um botão para acionar o localizador por GPS, ligar a transmissão do som ambiente, chamar e mandar um SMS para o número cadastrado como responsável. Se esse número não responder, o aparelho liga para os contatos seguintes até ser atendido.

Os pais tabém podem delimitar uma área segura (casa, escola ou bairro), a partir de onde o aparelho envia um alerta.

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Além dos recursos de segurança, o produto tem as funções de relógio e smartphone. Números podem ser pré-programados para que a criança ligue com 1 toque no contato. O aparelho pode ser controlado através de um aplicativo iOS. Depois terá uma versão Android.

Já começou a polêmica sobre aparelhos como este tirarem a liberdade e independência da criança. Mas com o nível de criminalidade atual, acho que os pais agradecerão essa tecnologia.

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Hello Kitty ganha museu virtual

A Sanrio colocou no ar o Museu Online da Hello Kitty, personagem que está completando 40 anos em 2014. A iniciativa faz parte das ações de comemoração que resgatam um pouco do passado da gatinha. No novo site, estão sendo publicadas fotos de produtos que são colecionados e guardados pelos fãs da Hello Kitty. O Museu Online está dividido nas seguintes categorias: Icawaii (Super Legal), Escolar, Objetos de Decoração, Brinquedos e Pelúcias, Vestuários e Acessórios, Beleza e Outros.

Os produtos com as histórias mais interessantes estão publicados numa área especial chamada melhores fotos. Para participar, os fãs devem enviar as fotos por meio do hotsite no link “museu” ou pelo aplicativo no Facebook na Fanpage Hello Kitty Brasil.

Hello Kitty Museu Hello Kitty

Fonte: Mundo do Marketing – 09/10/2014

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Dia das Crianças promete reaquecer varejo

O Dia das Crianças é a aposta do varejo para retomar o crescimento das vendas, que ficou abaixo do esperado em outras datas como Dia dos Namorados e Dia dos Pais. Empresas de diversos segmentos investem em ações a fim de atrair um número maior de clientes para a terceira época comemorativa de maior consumo no comércio. Se depender da intenção de compra, os empresários podem comemorar.

Segundo pesquisa realizada pela Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), 81% das pessoas planejam gastar com presentes para os pequenos. Este índice é superior à intenção declarada para o Dia dos Namorados (66%), Dia dos Pais (75%), sendo inferior apenas ao Dia das Mães (86%). O valor do presente será de até R$ 200,00 para 66% dos entrevistados. Os que almejam gastar acima deste valor somam 34%, percentual que era de 20% em 2013. A surpresa ficou por conta da Classe C, na qual 5% dos pesquisados disseram que pretendem gastar mais de R$ 1 mil com o presente, fatia superior aos 4% das classes A e B.

Dos agraciados, 53% serão filhos, 23% sobrinhos, 12% afilhados, 5% netos e 7% outras crianças. Os tablets, celulares e eletrônicos são a categoria de presente que mais cresceu, comparada ao ano anterior, escolhida por 23% dos consumidores. Os brinquedos representam 47%, enquanto vestuário e calçados ficam com 17% e outras categorias de presentes com 13%. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê crescimento de 3,1% nas vendas em relação ao ano passado.

Fonte: Mundo do Marketing – 09/10/2014

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Mulheres têm cada vez menos filhos e se tornam mães mais velhas

Segundo o IBGE, cada mulher tem, em média, 1,77 filho em 2013, o que mostra uma redução do nível de crescimento da população em relação a anos anteriores. A taxa de fecundidade seguirá em queda, atingindo 1,61 filho em 2020, e 1,5 filho em 2030, segundo estimativa do IBGE.

Além da queda na taxa de fecundidade, o IBGE projeta que idade média da maternidade vai continuar subindo. As mulheres têm o primeiro filho, em média, com 26,9 anos. Em 2020, essa média subirá para 28 anos, e alcançará 29,3 anos em 2030.

Fonte: Terra/IBGE – 29/08/2013

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‘Boom’ do mercado infantil atrai novos negócios

O jornal A Tarde, de Salvador/BA, traz uma reportagem de Renato Alban sobre o crescimento do mercado infantil. Eu participo fornecendo algumas informações.

Veja a matéria completa aqui.

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Projeto que proíbe publicidade infantil recebe emendas

Encerrou-se no dia 01/07/2013 o prazo para emendas ao projeto de lei 5921/01, que proíbe a propaganda voltada para crianças até 12 anos na televisão, rádio e internet entre 5h e 22h. A proposta está na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara dos Deputados e depois segue para a Comissão de Constituição e Justiça.

De acordo com o texto, quem descumprir a norma receberá multas entre R$ 5 mil e R$ 100 mil, e ainda poderá ter que publicar uma contrapropaganda.

Todas as empresas envolvidas na veiculação ou publicação da peça serão responsabilizadas, desde o fornecedor do produto ou serviço, à agência publicitária e o veículo de comunicação.

A proibição da propaganda destinada a crianças é defendida por entidades e movimentos da sociedade civil que atuam na defesa dos direitos da criança e do adolescente. Eles acreditam que toda e qualquer propaganda influencia negativamente o imaginário infantil.

Para integrantes da campanha Somos Todos Responsáveis, no entanto, educar as crianças é mais eficiente que tentar “isolá-las”. O exemplo dos pais e a vivencia em casa são mais determinantes no comportamento dos menores, acreditam. A ideia está baseada na opinião de diversos especialistas ouvidos pelo movimento, que colheu cerca de 220 depoimentos de juristas, educadores e pais sobre o assunto.

Além disso, o movimento argumenta que os abusos nas propagandas já são “rigorosamente” regulados e se tornam cada vez mais severos no país. A última atualização do Código de Autorregulamentação Publicitária (Conar) para publicidade infantil, por exemplo, proibiu o uso de merchandising ou de personagens do universo infantil nas propagandas para o público.

Regulação

A propaganda destinada a crianças no Brasil é regulada pelo Código de Autorregulamentação Publicitária (Conar); pelo Estatuto da Criança e do Adolescente; pelo Código de Defesa do Consumidor, além das ações normativas da Anvisa e determinações do Código de Ética da Publicidade.

Estão entre as regras a proibição do uso dos imperativos “compre”, “peça para seus pais”; de conteúdos que desvalorizem a família, escola, vida saudável; ou que contenha algum tipo de preconceito. Também é proibido apresentar produtos que substituem as refeições e encorajar o cosumo excessivo de alimentos e bebidas.

No mundo, apenas países onde a programação é quase 100% estatal há a proibição total da propaganda infantil, como é o caso de Noruega e Suécia, além da província de Quebec, no Canadá.

Fonte: Exame – 01/07/2013

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